Questão
de Ética
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Versão simplificada · Volume IV · capítulo 5

A objeção de que o consumo de animais é natural

Em linguagem simples, para quem está chegando agora no assunto. Cerca de 2 min de leitura.

O que é esta página? Uma explicação simplificada, escrita para este site a partir do texto de Luciano Carlos Cunha. Ela deixa de fora detalhes, exemplos e fontes. Para o argumento completo, leia o texto original do autor.

A objeção

"Comer carne é natural." O autor já tratou desse tema no Volume I. Aqui ele examina o que as pessoas querem dizer com isso quando falam de alimentação.

"O corpo humano consegue comer carne"

Conseguir fazer algo não torna esse algo certo. O corpo humano consegue fazer muitas coisas erradas.

"É instinto"

Temos vários impulsos, como a agressividade. Nem por isso seguir todos os impulsos é certo. E podemos escolher como agir.

"Os animais comem uns aos outros"

Muitos animais não comem outros animais. E, na natureza, também acontecem roubo, agressão e animais matando filhotes. Ninguém usa isso como modelo de comportamento.

"Estamos no topo da cadeia alimentar"

Nada obriga os humanos a comer outros animais. Estar no topo só quer dizer ter poder. E poder não dá direito de fazer qualquer coisa.

"Sem caça, haveria superpopulação"

Às vezes se diz que, se não matássemos os animais, haveria animais demais e eles sofreriam ainda mais por falta de comida. Mas a maioria dos animais que comemos nasce porque nós os fazemos nascer, nas fazendas. Se pararmos de criá-los, eles deixam de nascer. E, para os animais selvagens, existem formas de ajudar que não exigem matá-los para comer.

Resumindo

  • "Natural" pode ter vários sentidos, e nenhum deles justifica a exploração.
  • Os animais criados para consumo existem porque os humanos os fazem nascer.
  • Ter poder sobre outros não dá o direito de usá-los.

Próximo passo

Agora você está pronto para o texto completo

O texto do autor traz os argumentos em detalhe, os exemplos, as objeções e as fontes de cada afirmação.

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