Questão
de Ética
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A coleção

Sumário completo

Todos os 186 capítulos e as suas seções, como no sumário de cada volume.

I Discutindo o especismo 15 capítulos
  1. 1. Um panorama geral do debate sobre a consideração moral dos animais
    1. 1.1. Visões segundo as quais os animais não humanos não importam por si
    2. 1.2. Visões que dão consideração aos animais, mas em menor grau
    3. 1.3. Visões que dão igual consideração a todos os seres sencientes
    4. 1.4. Especismo e antropocentrismo
  2. 2. O que importa é a espécie?
    1. 2.1. Dois pesos e duas medidas
    2. 2.2. Humanos importam mais simplesmente porque são humanos?
    3. 2.3. Cada um deveria privilegiar os da própria espécie?
  3. 3. Características metafísicas poderiam justificar o especismo?
    1. 3.1. O apelo a características metafísicas
    2. 3.2. Problemas com o apelo a características metafísicas
  4. 4. A posse de capacidades ou relações poderia justificar o especismo?
    1. 4.1. O apelo à capacidades
    2. 4.2. O apelo à relações
    3. 4.3. Problemas comuns a todos esses argumentos
  5. 5. O suposto potencial que os humanos tem poderia justificar o especismo?
    1. 5.1. O apelo ao potencial
    2. 5.2. Problemas com o apelo ao potencial
  6. 6. O que importa é pertencer à mesma espécie dos que têm certas capacidades?
    1. 6.1. O apelo ao grupo
    2. 6.2. Problemas com o apelo ao grupo
    3. 6.3. O apelo à combinação dos critérios da espécie e das capacidades/relações
  7. 7. Se espécies não forem uma construção social, então o especismo está justificado?
    1. 7.1. O apelo à distinção entre o biológico e o socialmente construído
    2. 7.2. Problemas com o apelo à distinções biológicas
  8. 8. Se o especismo for natural, então o especismo está justificado?
    1. 8.1. O apelo ao natural
    2. 8.2. Problemas com o apelo ao natural
  9. 9. As práticas especistas serem tradições mostra que devemos respeitá-las?
    1. 9.1. Dois pesos e duas medidas dependendo da espécie das vítimas
    2. 9.2. O apelo à tradição
    3. 9.3. O apelo à tradição não poderia justificar o antropocentrismo
    4. 9.4. Nem toda tradição é justa
    5. 9.5. Discutindo as defesas de que as tradições devem ser respeitadas
    6. 9.6. Conclusão
  10. 10. Se a ética é uma atividade humana, é justo desconsiderar os animais?
    1. 10.1. O apelo à ética enquanto atividade humana
    2. 10.2. Todo humano é capaz de agência moral?
    3. 10.3. Os beneficiários de uma prática precisam ser capazes de exercê-la?
    4. 10.4. Circularidade
  11. 11. Se a ética for uma invenção, é justo desfavorecer os animais?
    1. 11.1. A alegação de que a ética é uma invenção
    2. 11.2. Se uma atividade é uma invenção, é necessariamente arbitrária?
  12. 12. Se a ética foi inventada para autoproteção, é justo desfavorecer os animais?
    1. 12.1. O apelo ao autointeresse
    2. 12.2. O apelo ao autointeresse poderia justificar o especismo?
    3. 12.3. A afirmação sobre ética e autointeresse está correta?
    4. 12.4. O apelo à origem da ética
  13. 13. Tentativas de justificar o especismo que apelam a autoridades
    1. 13.1. Um padrão duplo de moralidade
    2. 13.2. O apelo a autoridades
    3. 13.3. Como não responder
    4. 13.4. O dilema de Eutífron
    5. 13.5. As possíveis respostas ao dilema não dão suporte ao apelo à autoridade
    6. 13.6. Não importa quem disse: importa avaliarmos as razões
  14. 14. O apelo a graus diferenciados de status moral
    1. 14.1. A tese da magnitude
    2. 14.2. O apelo a graus de status moral
    3. 14.3. É justo atribuir graus diferenciados de status moral?
  15. 15. Tentativas de justificar o especismo que apelam à metaética
    1. 15.1. Quando afirmações metaéticas são afirmações normativas disfarçadas
    2. 15.2. Um padrão duplo de moralidade dependendo da espécie das vítimas
    3. 15.3. Quando aparece a alegação de que não existe certo/errado em ética?
    4. 15.4. Afirmações metaéticas poderiam justificar posições em ética?
II Considerando os seres sencientes 13 capítulos
  1. 1. O que é relevante para saber a quem devemos consideração?
    1. 1.1. Dois pesos e duas medidas
    2. 1.2. Tentativas de justificar o especismo antropocêntrico
    3. 1.3. O argumento da relevância
    4. 1.4. O que é relevante para considerar e o que é relevante para responsabilizar
  2. 2. O que é o argumento da sobreposição das espécies?
  3. 3. O que é senciência e por que ela é importante?
  4. 4. Quais seres são sencientes?
    1. 4.1. Por que é importante saber quais seres são sencientes?
    2. 4.2. A presença de um sistema nervoso centralizado
    3. 4.3. Outros indicadores fisiológicos
    4. 4.4. Comportamento
    5. 4.5. Vantagem evolutiva
    6. 4.6. Qual o grau de centralização mínima?
    7. 4.7. A possibilidade de senciência não orgânica
  5. 5. Por que igual consideração?
    1. 5.1. Visões hierárquicas
    2. 5.2. O princípio da igual consideração
    3. 5.3. Violações do princípio da igual consideração
    4. 5.4. O especismo não se limita à exploração
    5. 5.5. O especismo não se limita à desconsideração total
    6. 5.6. O especismo não se limita ao especismo antropocêntrico
    7. 5.7. Outras formas de discriminação pouco percebidas
  6. 6. Questões relativas a merecimento poderiam justificar o especismo?
    1. 6.1. O princípio da igual consideração
    2. 6.2. Questões relativas a merecimento
    3. 6.3. A ideia de merecimento depende da igual consideração
    4. 6.4. Duas dimensões de papéis na moralidade
  7. 7. A rejeição do especismo é compatível apenas com uma visão da ética?
    1. 7.1. Para se rejeitar o especismo, é necessário aderir a uma teoria ética específica?
    2. 7.2. A rejeição do especismo é compatível com várias visões de ética
    3. 7.3. Um exemplo com três teorias éticas diferentes
  8. 8. Se rejeitarmos o especismo, como decidiremos questões de prioridade?
  9. 9. Mas, os humanos não são capazes de sofrer em maior grau?
  10. 10. O que decidiríamos sob condições de imparcialidade?
    1. 10.1. O teste da imparcialidade
    2. 10.2. O teste da imparcialidade é aplicável às nossas decisões que afetam os animais?
    3. 10.3. Considerando imparcialmente nossas decisões que afetam os animais
    4. 10.4. Conclusão
  11. 11. Testando se uma atitude é ou não especista
  12. 12. Que importância devemos dar à situação dos animais?
  13. 13. Incerteza sobre senciência e benefício da dúvida
    1. 13.1. Consideração moral e incerteza sobre se um ser é senciente
    2. 13.2. A objeção cética
    3. 13.3. O princípio do benefício da dúvida
    4. 13.4. Graus de consideração de acordo com o grau de confiança sobre a senciência?
    5. 13.5. Conclusão
III Os animais e o dano da morte 13 capítulos
  1. 1. De que consiste o dano da morte?
    1. 1.1. Introdução
    2. 1.2. A visão de que a morte não é um dano
    3. 1.3. A morte enquanto dano por impedimento do que é positivo
    4. 1.4. Magnitude do dano da morte e o momento em que ela ocorre
    5. 1.5. Conclusão
  2. 2. Discutindo a alegação de que os animais não são prejudicados com a morte
    1. 2.1. Visões que negam que os animais sejam prejudicados com a morte
    2. 2.2. Para ser prejudicado com a morte, é preciso entender o que é a morte?
    3. 2.3. Para a morte ser um dano, precisa frustrar um desejo orientado para o futuro?
    4. 2.4. Quando os seres sencientes são (e quando não são) prejudicados com a morte?
  3. 3. Objeções à explicação do dano da morte enquanto impedimento do que é positivo
    1. 3.1. O problema epistemológico
    2. 3.2. A objeção da assimetria temporal
    3. 3.3. A objeção dos seres em potencial
  4. 4. Quem é incapaz de prazeres intelectuais é pouco prejudicado com a morte?
  5. 5. Como avaliar o quão prejudicado alguém é com a morte?
    1. 5.1. Magnitude do dano da morte: aspectos futuros e passados
    2. 5.2. Fatores na avaliação da magnitude do dano da morte: tempo e qualidade de vida
    3. 5.3. Por que também levar em conta os fatores passados
    4. 5.4. Estabelecendo a relação entre fatores futuros e passados
    5. 5.5. AVAQs e comparações entre o dano da morte para humanos e não humanos
    6. 5.6. O quão importante é a questão da magnitude do dano da morte?
  6. 6. Objeções à avaliação da magnitude do dano da morte com base em AVAQs
    1. 6.1. A objeção das implicações absurdas
    2. 6.2. Discutindo o apelo a intuições
    3. 6.3. Defendendo o critério dos AVAQs
  7. 7. Os animais teriam uma conexão psicológica menor?
  8. 8. Discutindo a alegação de que os animais são substituíveis
  9. 9. Seriam os animais não humanos pouco prejudicados com a morte?
    1. 9.1. O apelo à conexão psicológica
    2. 9.2. O apelo às razões prudenciais
    3. 9.3. A força das razões para evitar eventos negativos depende da conexão psicológica?
    4. 9.4. A força das razões para buscar eventos positivos depende da conexão psicológica?
    5. 9.5. Discutindo respostas aos exemplos
  10. 10. A alegação de que ter pouco tempo restante torna a morte um dano pequeno
    1. 10.1. A alegação de que não é errado matar animais que têm pouco tempo pela frente
    2. 10.2. Várias maneiras de calcular a magnitude do dano da morte
    3. 10.3. Avaliando a magnitude do dano da morte segundo quatro fórmulas
    4. 10.4. Conclusão quanto ao dano da morte e o momento em que ela ocorre
    5. 10.5. E, se a passagem do tempo for diferente para animais de diferentes espécies?
    6. 10.6. Se alguém tem pouco tempo de vida pela frente, isso justifica matá-lo?
  11. 11. E, se humanos fossem mais prejudicados com a morte?
    1. 11.1. Visões comuns sobre matar e sobre salvar vidas
    2. 11.2. Se um ser for mais prejudicado com a morte do que outro, quais as implicações?
    3. 11.3. Alguém ser mais prejudicado se morrer já justifica matar outros para salvá-lo?
    4. 11.4. Razões para salvar vidas, dano da morte e número de vítimas
    5. 11.5. Conclusões
  12. 12. Status moral diferenciado, dano da morte e erro em matar
    1. 12.1. Dano da morte e erro em matar
    2. 12.2. Razões contra matar e para salvar vidas: diretas e indiretas
    3. 12.3. O debate sobre as razões diretas: tese da magnitude versus tese do status
    4. 12.4. Razões diretas contra matar como dependentes do dano da morte
    5. 12.5. Um exemplo de abordagem centrada em status moral privilegiado
    6. 12.6. A abordagem de duas camadas justificaria a visão comum sobre os animais?
    7. 12.7. O quanto devemos confiar em intuições?
    8. 12.8. Como testar intuições?
    9. 12.9. A abordagem de duas camadas passa no teste da imparcialidade?
    10. 12.10. Conclusões
  13. 13. Reflexões adicionais: morte, aniquilação, decisão racional e probabilidades
    1. 13.1. A imprecisão dos termos "morte" e "vida"
    2. 13.2. Dano da morte e crenças sobre se a morte coincide ou não com a aniquilação
    3. 13.3. Possibilidades de decisão e a sua relação com a avaliação dos cenários pós morte
    4. 13.4. Complicações adicionais
    5. 13.5. Conclusão
IV O debate sobre a exploração animal 20 capítulos
  1. 1. Como vivem e morrem os animais explorados pelos humanos?
    1. 1.1. A exploração animal
    2. 1.2. A situação geral dos animais criados para consumo
    3. 1.3. A situação das galinhas. frangos e pintinhos
    4. 1.4. Doenças que afetam os animais explorados para consumo
    5. 1.5. A situação das porcas
    6. 1.6. A situação das vacas e bezerros
    7. 1.7. Procedimentos que envolvem mutilação
    8. 1.8. Vulnerabilidade às decisões dos funcionários
    9. 1.9. O transporte até o abatedouro
    10. 1.10. Como os animais são mortos nos abatedouros
    11. 1.11. Como os animais são mortos na pesca
    12. 1.12. Exploração sobre insetos
    13. 1.13. Exploração sobre crustáceos decápodes
    14. 1.14. Atitudes opostas, dependendo da espécie das vítimas
    15. 1.15. É possível justificar esse padrão duplo?
  2. 2. Por que a exploração animal é injusta?
    1. 2.1. É injusta porque viola o princípio da igual consideração
    2. 2.2. É injusta porque não passa no teste da imparcialidade
    3. 2.3. Conclusão
  3. 3. O que é veganismo?
  4. 4. E as plantas?
    1. 4.1. A variação "plantas também estão vivas"
    2. 4.2. A variação "plantas também são sencientes"
  5. 5. A objeção de que o consumo de animais é natural
    1. 5.1. O apelo à possibilidade
    2. 5.2. O apelo ao instinto
    3. 5.3. O apelo ao que os animais fazem
    4. 5.4. O apelo à cadeia alimentar
    5. 5.5. Conclusão
  6. 6. A alegação de que consumir os animais acaba com o sofrimento deles
    1. 6.1. Consumir os animais é correto porque acaba com o sofrimento deles?
    2. 6.2. O fato de que consumi-los acabaria com seu sofrimento justifica consumi-los?
    3. 6.3. Conclusão
  7. 7. Criar animais para consumo está justificado, uma vez que os faz existir?
    1. 7.1. Consumir os animais causa-lhes um benefício por trazê-los à existência?
    2. 7.2. O argumento não se aplica à vasta maioria dos casos
    3. 7.3. Causar um benefício dá direito à causar um malefício?
    4. 7.4. A objeção de que alguns animais quase não são prejudicados com a morte
    5. 7.5. A objeção de que o consumo de animais poderia aumentar o saldo total positivo
    6. 7.6. Conclusão
  8. 8. Importa o que faríamos em uma ilha deserta ou em uma casa em chamas?
  9. 9. É necessário consumir produtos de origem animal?
  10. 10. O veganismo é coisa para ricos?
  11. 11. Se o mundo se tornasse vegano, haveria um excesso de animais domésticos?
  12. 12. O veganismo causaria uma ruína à economia e perda de empregos?
    1. 12.1. A objeção de que o veganismo causaria uma ruína à economia
    2. 12.2. A objeção de que quem trabalha na exploração animal perderia o emprego
  13. 13. Mas, o veganismo tem mesmo um impacto prático?
  14. 14. Mas, o veganismo não causa ainda mais mortes do que consumir animais?
  15. 15. A preocupação com espécies justifica o consumo de animais?
    1. 15.1. A alegação de que o consumo preserva espécies domesticadas
    2. 15.2. Espécies importam por si?
    3. 15.3. Espécies importam mais do que seres sencientes?
    4. 15.4. Se o consumo de animais fosse abolido, essas espécies desapareceriam?
    5. 15.5. Conclusão
  16. 16. A alegação de que é melhor deixar para depois a luta pelos animais
  17. 17. Os animais já não são protegidos pela lei?
  18. 18. A alegação de que os defensores dos animais estão impondo o seu estilo de vida
  19. 19. A exploração sobre insetos e por que devemos nos opor a ela
    1. 19.1. Insetos são sencientes?
    2. 19.2. A exploração sobre insetos
    3. 19.3. Como os insetos são prejudicados na exploração
    4. 19.4. Razões para nos opormos à exploração de insetos
    5. 19.5. Respondendo a algumas objeções
    6. 19.6. O que é importante concluir sobre essa questão?
  20. 20. O debate sobre a experimentação animal
    1. 20.1. Introdução
    2. 20.2. Os argumentos da necessidade e da eficácia
    3. 20.3. Dar maior peso a humanos justificaria a experimentação animal?
    4. 20.4. Kantianismo para humanos e utilitarismo para não humanos?
    5. 20.5. Questionando a atribuição de um peso maior aos interesses humanos
    6. 20.6. Qual é realmente o problema ético com a experimentação animal?
    7. 20.7. Conclusão
V Diferenças entre ambientalismo e consideração pelos animais 11 capítulos
  1. 1. Respeito pelos animais e ambientalismo: complementares ou opostos?
    1. 1.1. Diferenças básicas de fundamentos
    2. 1.2. Variantes do ambientalismo
    3. 1.3. Ética animal e ética ambiental
    4. 1.4. Práticas ambientalistas que envolvem extermínio de animais
  2. 2. A divergência é quanto aos fins, não somente quanto aos meios
    1. 2.1. Metas diferentes
    2. 2.2. O que quer dizer "considerar os indivíduos" e "considerar totalidades"
  3. 3. Apesar das diferenças, defesa animal e ambientalismo convergem na prática?
  4. 4. A divergência não está no foco no curto ou longo prazo
  5. 5. Equilíbrio ecológico e biodiversidade coincidem com o melhor para os animais?
  6. 6. Defesa dos animais e ambientalismo: a divergência é ética, e não, científica
  7. 7. Por que o respeito pelos animais é confundido com o ambientalismo?
  8. 8. O que é almejado com os programas ambientalistas de extermínio?
  9. 9. O ambientalismo é antropocêntrico?
  10. 10. Questionando os pressupostos ambientalistas
    1. 10.1. Entidades não sencientes possuem valor em si?
    2. 10.2. Entidades não sencientes possuem mais valor do que os seres sencientes?
    3. 10.3. E se entidades não sencientes tiverem valor em si?
    4. 10.4. Questionando os critérios ambientalistas para atribuição de valor
    5. 10.5. Conclusão
  11. 11. Por que defensores dos animais relutam em reconhecer a divergência?
    1. 11.1. O receio em contrariar o ambientalismo
    2. 11.2. A dificuldade em revisar crenças e práticas
    3. 11.3. Conclusão
VI A quem devemos consideração moral? 21 capítulos
  1. 1. O que é relevante para saber a quem devemos consideração?
    1. 1.1. Dois pesos e duas medidas
    2. 1.2. Tentativas de justificar o especismo antropocêntrico
    3. 1.3. O argumento da relevância
    4. 1.4. O o que é relevante para considerar e o que é relevante para responsabilizar
    5. 1.5. O critério da senciência
  2. 2. Seria o critério da senciência, no fundo, antropocêntrico?
  3. 3. O critério da senciência discrimina contra quem não pertence ao reino animal?
  4. 4. Segundo o critério da senciência, o único problema é o sofrimento?
  5. 5. Se a senciência é o que importa, por que há males que não afetam as experiências?
  6. 6. O critério da senciência exclui os insetos?
  7. 7. Aceitar o critério da senciência implica assumir que valores são subjetivos?
  8. 8. Animais com cérebros mais simples são menos sencientes?
    1. 8.1. A visão de que há graus de senciência
    2. 8.2. Senciência
    3. 8.3. Valência
    4. 8.4. Grau de cognição
    5. 8.5. Inteligentismo
    6. 8.6. Conclusão
  9. 9. Se há necessidade da ética ambiental, então o critério da senciência está errado?
  10. 10. Não é absurdo um mundo com menos sofrimento, mas manejado pelos humanos?
  11. 11. Se os seres sencientes devem ser respeitados, então a natureza possui valor em si?
  12. 12. O critério da senciência implica em aceitar as metas ambientalistas?
  13. 13. Espécies possuem interesses?
  14. 14. Se alguma entidade não senciente tiver valor em si, quais as implicações?
  15. 15. O biocentrismo é melhor, já que inclui um número maior de seres?
    1. 15.1. Critérios de consideração moral com diferentes amplitudes
    2. 15.2. O fato de um critério ser mais abrangente torna-o necessariamente melhor?
    3. 15.3. Será mesmo que o biocentrismo inclui todos os seres sencientes e os seres vivos?
  16. 16. Senciência e vida: o que tem valor enquanto fim e o que tem valor enquanto meio?
    1. 16.1. Se estar vivo é necessário para ser senciente, estar vivo tem valor em si?
    2. 16.2. Não seria a senciência apenas um meio para manter a vida?
  17. 17. Seres vivos não sencientes são passíveis de ser prejudicados?
  18. 18. O comportamento de certas plantas e fungos mostra que valorizam certas coisas?
  19. 19. A vida sem senciência tem valor?
    1. 19.1. Senciência ou vida?
    2. 19.2. O exemplo do coma total irreversível
    3. 19.3. O exemplo da seguradora estelionatária
    4. 19.4. O exemplo da senciência sem vida
  20. 20. Todo ser vivo possui "interesses biológicos"?
  21. 21. Se plantas forem consideráveis, tanto faz comer animais ou plantas?
VII A ética e a situação dos animais selvagens 37 capítulos
  1. 1. O que fazer em relação aos animais que vivem na natureza?
  2. 2. Como não entender a questão
    1. 2.1. A ideia de que não é uma questão de ética
    2. 2.2. Seja lá o que você pense que devemos fazer, é uma questão de ética
    3. 2.3. A questão é colocada para nós, não para os processos naturais ou para os animais
  3. 3. Como os processos naturais tipicamente afetam os animais selvagens?
    1. 3.1. A situação dos animais selvagens
    2. 3.2. A objeção dos ovos destruídos
    3. 3.3. A objeção de que quase não sofrem
    4. 3.4. Conclusão
  4. 4. A visão de que não é um problema porque as vítimas são animais não humanos
    1. 4.1. A desconsideração pelos animais não humanos
    2. 4.2. Por que o bem dos animais não humanos importa em si
    3. 4.3. Por que o bem dos animais importa tanto quanto o dos humanos
    4. 4.4. Conclusão
  5. 5. Fundamentos da proposta de ajudar vítimas de processos naturais
    1. 5.1. Introdução
    2. 5.2. O argumento da existência das razões
    3. 5.3. O argumento da força das razões
    4. 5.4. Implicações de ambos os argumentos
    5. 5.5. O argumento do peso do critério
  6. 6. A proposta de ajudar os animais selvagens é arrogante?
  7. 7. A proposta de ajudar os animais selvagens é antropocêntrica?
  8. 8. Quanto menos influência humana no mundo, melhor?
  9. 9. Seria a proposta de ajudar os animais selvagens bem-estarista?
  10. 10. A proposta de ajudar os animais selvagens viola a liberdade deles?
  11. 11. A acusação de criar dependência
  12. 12. A acusação de paternalismo
  13. 13. A objeção de que o sofrimento tem valor instrumental
  14. 14. A proposta de ajudar os animais vê os humanos como separados da natureza?
  15. 15. Se a natureza não é má, o sofrimento natural é neutro?
  16. 16. Se a natureza é indiferente ao sofrimento dos animais, por que ajudá-los?
  17. 17. Respeitar a natureza dos animais selvagens requer largá-los à própria sorte?
  18. 18. Não é absurdo intervir em conflitos entre animais?
  19. 19. Quais áreas devem responder o que fazer em relação aos animais selvagens?
  20. 20. Ambientalistas devem se opor à ajuda aos animais selvagens?
    1. 20.1. Introdução
    2. 20.2. Formas de ajudar os animais que também realizariam metas ambientalistas
    3. 20.3. Formas de ajudar os animais que não conflitam com metas ambientalistas
    4. 20.4. Razões para priorizar os seres sencientes frente às metas ambientalistas
  21. 21. Somos moralmente responsáveis apenas por práticas humanas?
    1. 21.1. Responsabilidade moral e origem do dano
    2. 21.2. "Mas, nós não causamos esses danos"
    3. 21.3. "Mas, esses danos existiriam mesmo que não existíssemos"
    4. 21.4. "Mas, não temos a intenção de produzir esses danos"
    5. 21.5. "Mas, não temos uma relação de proximidade com esses animais"
    6. 21.6. Não é opcional escolher a quem ajudar?
    7. 21.7. A proposta de ajudar os animais selvagens é exigente demais?
    8. 21.8. Se temos uma preocupação genuína com as vítimas, o que concluiremos?
  22. 22. Tentativas de defender que a prioridade é dos animais domesticados
    1. 22.1. O argumento da dívida histórica
    2. 22.2. O argumento do grau de dependência
  23. 23. Ajudar os animais impediria que os genes mais adaptados prevalecessem?
    1. 23.1. O argumento dos genes mais adaptados
    2. 23.2. Os genes mais adaptados necessariamente beneficiam seus portadores?
    3. 23.3. A preocupação com os genes mais adaptados justifica não ajudar os animais?
    4. 23.4. Aquilo que a objeção defende é considerado hediondo quando afeta humanos
  24. 24. Ajudar os animais selvagens não poderia tornar as coisas ainda piores?
    1. 24.1. A preocupação com as consequências de longo prazo
    2. 24.2. O apelo ao equilíbrio ecológico
  25. 25. Objeções que questionam a praticidade da proposta de ajudar
    1. 25.1. A objeção de que não é possível ajudar todos que precisam
    2. 25.2. Deveríamos priorizar problemas nos quais resolveríamos uma parte maior?
  26. 26. O que já vem sendo feito para ajudar os animais selvagens?
    1. 26.1. Introdução
    2. 26.2. Vacinação
    3. 26.3. Tratamento de doenças
    4. 26.4. Tratamento de animais em necessidade
  27. 27. O que mais poderia ser feito para ajudar: estabelecendo a biologia do bem-estar
    1. 27.1. O que é biologia do bem-estar?
    2. 27.2. A biologia do bem-estar é um campo crosdisciplinar
    3. 27.3. O que diferencia a biologia do bem-estar de outras áreas?
    4. 27.4. Quais animais seriam estudados pela biologia do bem-estar?
    5. 27.5. Criando as condições para o estabelecimento da biologia do bem-estar
    6. 27.6. Obstáculos ideológicos que impedem o desenvolvimento da biologia do bem-estar
  28. 28. Quais tecnologias poderiam ser usadas para ajudar os animais na natureza?
  29. 29. Os animais teriam o direito de não serem esterilizados?
    1. 29.1. A objeção da violação dos direitos
    2. 29.2. Três formas de responder à objeção da violação dos direitos
    3. 29.3. Discutindo a defesa do direito à reprodução
    4. 29.4. A esterilização violaria um direito à integridade física?
    5. 29.5. A objeção da esterilização humana
    6. 29.6. A objeção de que devemos buscar outros meios
    7. 29.7. A objeção da experimentação animal
    8. 29.8. Conclusão
  30. 30. A questão do parasitismo
  31. 31. A questão da predação
    1. 31.1. A visão predominante
    2. 31.2. A ideia de que a predação não é uma questão para a ética
    3. 31.3. A ideia de que é errado intervir porque os predadores não têm culpa
    4. 31.4. A defesa de que a predação é neutra por ser resultado de agentes amorais
    5. 31.5. Absurdo por ser impossível de cumprir
    6. 31.6. Acusação de fascismo
    7. 31.7. Acusação de sentimentalismo
    8. 31.8. Especismo e intervenções na predação
    9. 31.9. Intervir na predação é ser parcial?
    10. 31.10. O apelo à necessidade de predar
    11. 31.11. O apelo a danos menores sobre o predador
    12. 31.12. O apelo ao direito de garantir a sobrevivência
    13. 31.13. Intervenções na predação amplamente aceitas
    14. 31.14. O apelo ao comportamento dos animais
    15. 31.15. O argumento da capacidade de evitar a ameaça
    16. 31.16. A preocupação com as consequências
    17. 31.17. Casos já existentes e prevenção de novos casos
    18. 31.18. A meta de diminuir a produtividade primária
    19. 31.19. Conclusão
  32. 32. Discutindo nossa capacidade de avaliar quando viver vale ou não a pena
    1. 32.1. O argumento da vida significativa
    2. 32.2. Não estamos bem posicionados para avaliar quando uma vida vale a pena?
    3. 32.3. Não devemos tentar avaliar quando uma vida vale a pena?
    4. 32.4. A posição contra ajudar não faz avaliações sobre quando uma vida vale a pena?
  33. 33. O argumento do prolongamento da agonia
    1. 33.1. A objeção de que aumentar o tempo de vida é o pior para os animais
    2. 33.2. Prolongar as vidas dos animais que vivem na natureza é sempre pior para eles?
    3. 33.3. Intervir para ajudar os animais na natureza sempre prolonga suas vidas?
  34. 34. A objeção de que o saldo da situação dos animais na natureza pode ser positivo
    1. 34.1. A alegação de que o saldo total pode ser positivo
    2. 34.2. Se o saldo total for positivo, e daí?
    3. 34.3. Quais visões poderiam aceitar ajudar independentemente do saldo total?
    4. 34.4. Decisões em que a única opção é mudar a situação como um todo
    5. 34.5. Conclusão
  35. 35. Qual o impacto do veganismo na situação dos animais selvagens?
    1. 35.1. A ideia de que prevenir danos naturais implica rejeitar o veganismo
    2. 35.2. O veganismo implica necessariamente um aumento nas áreas verdes?
    3. 35.3. Distinguindo danos de primeiro e segundo grau
    4. 35.4. Conclusão
  36. 36. O debate sobre a destruição da natureza
    1. 36.1. O contexto
    2. 36.2. Argumentos a favor da matança altruísta
    3. 36.3. Argumentos contra a matança altruísta
    4. 36.4. Réplicas de quem defende a matança altruísta
    5. 36.5. Tréplicas de quem condena a matança altruísta
    6. 36.6. Nova réplica dos defensores da matança altruísta
    7. 36.7. Mas, a humanidade já não vai fazer isso?
    8. 36.8. De quem é o ônus da prova?
  37. 37. O debate sobre a expansão e restauração da natureza
    1. 37.1. Uma forma de minimizar danos naturais que escapa das objeções frequentes
    2. 37.2. A preocupação com as gerações futuras
    3. 37.3. A preocupação com a geração atual
    4. 37.4. O apelo a valores ambientalistas
    5. 37.5. A preocupação da não aceitação
    6. 37.6. O risco de extinção humana
    7. 37.7. A preocupação com os próprios humanos
    8. 37.8. A ideia de que a presença humana tem saldo positivo
    9. 37.9. O risco de a humanidade vir a expandir o sofrimento
    10. 37.10. A expansão da natureza é mesmo necessária para salvar a humanidade?
    11. 37.11. Conclusão
VIII Um ativismo eficiente 12 capítulos
  1. 1. Como escolher quais causas e problemas priorizar e quais as melhores estratégias?
    1. 1.1. Introdução
    2. 1.2. O quão grave é a situação?
    3. 1.3. O quanto do problema é possível tentar resolver?
    4. 1.4. Escolhendo as melhores soluções
    5. 1.5. Para causar o maior bem possível, é necessário levar em conta o longo prazo
    6. 1.6. Tratando sintomas ou causas?
    7. 1.7. Quantas pessoas já se preocupam com o problema?
    8. 1.8. Conclusão
  2. 2. Como a causa animal se sai quanto aos critérios de prioridade?
    1. 2.1. Introdução
    2. 2.2. Gravidade da situação de cada vítima
    3. 2.3. Quantidade de vítimas
    4. 2.4. Há tantas vítimas que até especistas teriam que priorizar a causa animal
    5. 2.5. Quantas pessoas já se importam com essa questão?.
    6. 2.6. Tratabilidade e quantidade de benefício que poderia ser causado
    7. 2.7. Conclusão
  3. 3. Dentre os problemas que afetam os animais, quais são mais importantes?
    1. 3.1. Introdução
    2. 3.2. Negligência em relação aos animais explorados para fins alimentícios
    3. 3.3. Negligência da exploração sobre animais aquáticos e invertebrados
    4. 3.4. Negligência em relação aos animais na natureza vítimas de processos naturais
    5. 3.5. Negligência em relação ao futuro
    6. 3.6. Conclusão
  4. 4. O uso de argumentos antropocêntricos e ambientalistas na causa animal
    1. 4.1. A estratégia de usar argumentos antropocêntricos ou ambientalistas
    2. 4.2. Alguns problemas com o uso de argumentos antropocêntricos e ambientalistas
    3. 4.3. Por que motivações diferentes têm consequências diferentes
    4. 4.4. Argumentos indiretos facilitam aceitar considerar os seres sencientes?
    5. 4.5. Riscos do uso de argumentos não centrados na consideração por seres sencientes
    6. 4.6. Conclusão
  5. 5. A abordagem total e a abordagem suficiente
    1. 5.1. Introdução
    2. 5.2. Leques de compatibilidade: abertos e fechados
    3. 5.3. Exemplos de visões compatíveis com múltiplas visões em ética e política
    4. 5.4. A abordagem total e a abordagem suficiente
    5. 5.5. Conclusão: é importante combinar ambas as estratégias
  6. 6. O desvio de foco em debates: por que o especismo é raramente discutido?
    1. 6.1. O desvio de foco
    2. 6.2. Caindo na cilada
    3. 6.3. Por que o desvio de foco é aceito pelos defensores dos animais?
    4. 6.4. Conclusão
  7. 7. Crenças morais, motivação para agir e o papel da reflexão sobre ética
    1. 7.1. O caso dos especialistas em ética animal que consomem animais
    2. 7.2. Talvez não considerem errado consumir animais
    3. 7.3. Talvez considerem pouco errado consumir animais
    4. 7.4. Talvez não estejam sendo sinceros quanto ao que reportam
    5. 7.5. Talvez tenham vontade fraca
    6. 7.6. Talvez decidam não fazer o que se sentem motivados a fazer
    7. 7.7. Conclusão
  8. 8. Objeções normativas disfarçadas de objeções estratégicas
    1. 8.1. Objeções normativas e objeções estratégicas
    2. 8.2. A alegação de que "isso seria ótimo, mas não vai dar certo"
    3. 8.3. Exemplos em questões de ética animal
    4. 8.4. Uma possibilidade: a motivação real não ser aquela que é declarada
    5. 8.5. É possível detectar uma objeção normativa disfarçada?
    6. 8.6. Por que isso ocorre?
    7. 8.7. Um padrão comum em objeções desse tipo
    8. 8.8. De quem é o ônus da prova?
    9. 8.9. Razões para se rejeitar as alegações
  9. 9. Foco no veganismo versus foco na redução do consumo
    1. 9.1. Evitando vieses na hora de avaliar estratégias
    2. 9.2. Entendendo quando a divergência é sobre estratégias e quando é sobre metas
    3. 9.3. O raciocínio por trás do foco na redução
    4. 9.4. Argumentos a favor do foco na redução
    5. 9.5. Argumentos a favor do foco no veganismo
    6. 9.6. Conclusão e algumas questões adicionais
  10. 10. Por que o termo bem-estarismo é altamente ambíguo
    1. 10.1. Introdução
    2. 10.2. Várias posições chamadas de bem-estaristas
    3. 10.3. Conclusão
  11. 11. O debate sobre regulamentar a exploração animal
    1. 11.1. Introdução
    2. 11.2. O debate em torno da relação causal entre regulamentação e abolição
    3. 11.3. O debate em torno da relação causal entre regulamentar e diminuir sofrimento
    4. 11.4. Vários pontos adicionais de discussão
    5. 11.5. Conclusão
  12. 12. O debate sobre a carne cultivada
    1. 12.1. Introdução
    2. 12.2. O que é carne cultivada
    3. 12.3. Potencial de aceitação/rejeição da carne cultivada
    4. 12.4. Discutindo as principais objeções à carne cultivada
    5. 12.5. A objeção de que não é natural
    6. 12.6. A objeção de que envolveria riscos para os consumidores
    7. 12.7. A objeção de que ela ainda não é sustentável
    8. 12.8. A objeção de que prejudica os humanos mais vulneráveis
    9. 12.9. A objeção de que os produtores não se importam com os animais
    10. 12.10. A objeção de que a carne cultivada não resolve todos os problemas
    11. 12.11. A objeção de que o impacto poderá ser menor do que o esperado
    12. 12.12. A objeção de que carne cultivada ainda é de origem animal
    13. 12.13. A objeção de que a carne cultivada ainda prejudica os animais
    14. 12.14. A objeção de que a carne cultivada reforça o especismo
    15. 12.15. Vantagens e desvantagens do foco em mudanças na tecnologia alimentar
    16. 12.16. Conclusão
IX A ética e o futuro 13 capítulos
  1. 1. Riscos futuros para os seres sencientes: uma introdução
    1. 1.1. O passado, o presente e o futuro
    2. 1.2. O que são riscos-s?
    3. 1.3. Diferenças entre riscos-s e riscos-x
    4. 1.4. Medindo a seriedade de um risco-s
    5. 1.5. Riscos-s e novas tecnologias
    6. 1.6. Classificação dos riscos-s de acordo com a maneira como surgem
    7. 1.7. Outras classificações
    8. 1.8. Alguns exemplos de riscos-s
    9. 1.9. Conclusão
  2. 2. Imparcialidade temporal: o que é, e por que é importante
    1. 2.1. Introdução
    2. 2.2. O viés temporal
    3. 2.3. Imparcialidade
    4. 2.4. Imparcialidade temporal
    5. 2.5. A objeção de que seres futuros são apenas seres em potencial
    6. 2.6. Rejeitar a imparcialidade temporal justifica desconsiderar os seres futuros?
    7. 2.7. Conclusão
  3. 3. A objeção de que seres futuros são apenas seres em potencial
    1. 3.1. A objeção de que devemos nos preocupar apenas com os seres que já existem
    2. 3.2. Devemos nos preocupar somente com os seres sencientes já existentes?
    3. 3.3. Normalmente a luta pelos animais já é a luta por possíveis seres futuros
  4. 4. Que razões existem para focarmos no longo prazo?
    1. 4.1. O que é longoprazismo?
    2. 4.2. O que veremos neste capítulo?
    3. 4.3. Por que adotar uma meta longoprazista?
    4. 4.4. Razões a favor de um foco prático longoprazista
    5. 4.5. O debate sobre o foco no longo prazo
    6. 4.6. Conclusão
  5. 5. Devemos focar em prevenir riscos-s ou riscos-x?
    1. 5.1. Riscos-s e riscos-x
    2. 5.2. Discutindo uma tentativa especista de defender o foco nos riscos-x
    3. 5.3. A alegação de que a humanidade é essencial para prevenir sofrimento
    4. 5.4. A alegação de que conseguiremos mais recursos se priorizarmos humanos
    5. 5.5. Razões para focarmos mais nos riscos-s
  6. 6. Quais metas priorizar em longo prazo?
    1. 6.1. Diferentes metas que alguém poderia querer alcançar em longo prazo
    2. 6.2. Do que depende o foco em evitar sofrimento?
    3. 6.3. Quem poderia aceitar o foco em prevenir sofrimento?
    4. 6.4. Alguns argumentos para dar um peso maior à meta de evitar sofrimento
    5. 6.5. O quão pessimistas precisamos ser sobre o futuro para focarmos no sofrimento?
    6. 6.6. A meta de evitar mortes prematuras
    7. 6.7. Conclusão
  7. 7. De que consiste o foco nos riscos-s?
    1. 7.1. Introdução
    2. 7.2. Como será provavelmente a distribuição do sofrimento ao longo do futuro?
    3. 7.3. O foco nos riscos-s não implica um foco estreito
  8. 8. Identificando fatores de risco para os riscos-s
    1. 8.1. O que são fatores de risco e qual a importância de identificá-los
    2. 8.2. Tecnologia avançada
    3. 8.3. Aversão à tecnologia
    4. 8.4. Falta de consideração por seres sencientes não humanos
    5. 8.5. Falta de esforços para reduzir riscos-s.
    6. 8.6. Esforços equivocados ou ineficazes para reduzir riscos-s
    7. 8.7. Polarização, conflito e hostilidade
    8. 8.8. Falta de segurança contra agentes que almejam causar sofrimento
    9. 8.9. Interação entre vários fatores de risco e entre várias formas de prevení-los
    10. 8.10. Conclusão
  9. 9. Estratégias longoprazistas: amplas e direcionadas
    1. 9.1. O que são estratégias amplas e estratégias direcionadas
    2. 9.2. Vantagens e desvantagens de cada tipo de estratégia
    3. 9.3. Exemplos de estratégias amplas
    4. 9.4. Exemplos de estratégias direcionadas
    5. 9.5. Precauções ao se escolher estratégias longoprazistas
  10. 10. Por que focar na consideração pelos seres sencientes e no futuro?
    1. 10.1. Por que a maneira como afetaremos os seres futuros é pouco discutida?
    2. 10.2. Por que é importante promover a consideração por todos os seres sencientes
    3. 10.3. Riscos ao se defender a consideração pelos seres sencientes
    4. 10.4. Promovendo a preocupação com os riscos-s e com o futuro
    5. 10.5. Conclusão
  11. 11. Mudando o debate público, as formas de ativismo e as instituições políticas
    1. 11.1. Política e riscos-s
    2. 11.2. O ideal de dois passos
    3. 11.3. Natureza tribal e polarização
    4. 11.4. Aumentando o padrão do debate público
    5. 11.5. A estratégia da abordagem de leque amplo
    6. 11.6. Melhorando as instituições
    7. 11.7. Por que uma pequena melhora já faria uma grande diferença
  12. 12. Moldando as tecnologias emergentes para prevenir sofrimento futuro
    1. 12.1. Introdução
    2. 12.2. Argumentos prós e contra focar em moldar a inteligência artificial (IA)
    3. 12.3. Um exemplo de alinhamento de IA focada nos riscos-s
    4. 12.4. Evitando riscos indiretos relacionados à IA
    5. 12.5. Administração do espaço
    6. 12.6. Possibilidade da criação de outras formas de senciência
  13. 13. A tríade de influência e o sofrimento futuro
    1. 13.1. Introdução
    2. 13.2. A tríade de influência
    3. 13.3. Relacionando os fatores da tríade de influência
    4. 13.4. Quando a intenção é prejudicar
    5. 13.5. O agente indiferente
    6. 13.6. Quando o objetivo é beneficiar
    7. 13.7. Comparando com situações onde não há um agente decisor
    8. 13.8. O que podemos tentar fazer?
    9. 13.9. Limites da análise feita aqui e como corrigi-los em análises posteriores
    10. 13.10. Conclusões
X Vieses e sua influência 6 capítulos
  1. 1. Vieses que nos induzem a negligenciar os problemas que possuem mais vítimas
    1. 1.1. O que são vieses
    2. 1.2. A negligência dos problemas que possuem mais vítimas
    3. 1.3. Vieses relacionados aos tipos de vítimas
    4. 1.4. A quantidade de vítimas e o desaparecimento da compaixão
    5. 1.5. Efeito e adesão
    6. 1.6. Como lidar com isso?
    7. 1.7. Quem tentará e quem não tentará corrigir a influência de vieses?
  2. 2. Vieses que inclinam a uma negligência da situação dos animais selvagens
    1. 2.1. Introdução
    2. 2.2. Vieses relacionados ao status quo
    3. 2.3. Vieses relacionados ao tipo de animal mais afetado
    4. 2.4. Vieses relacionados à quantidade de vítimas
    5. 2.5. Vieses que induzem à crença de que a situação dos animais selvagens é boa
    6. 2.6. Vieses que influenciam a tentar justificar o sofrimento dos animais selvagens
    7. 2.7. Vieses que inclinam a se duvidar da viabilidade de se ajudar os animais selvagens
    8. 2.8. Vieses que inclinam a subestimar a receptividade do público
    9. 2.9. Conclusão
  3. 3. Vieses que contribuem para a negligência do longo prazo e dos riscos-s
    1. 3.1. Introdução
    2. 3.2. Vieses que contribuem para uma negligência das questões relacionadas ao futuro
    3. 3.3. Vieses que contribuem para que não levamos em conta o valor/desvalor esperado
    4. 3.4. Confiança em intuições
    5. 3.5. Vieses que contribuem para uma negligência dos riscos-s
    6. 3.6. Conclusões
  4. 4. Vieses cognitivos e sua influência em nossas decisões que afetam os animais
    1. 4.1. Vieses que contribuem para resistência a revisar crenças e estratégias
    2. 4.2. Efeito de credencial moral
    3. 4.3. Vieses que inclinam a rejeitar ouvir os interlocutores
    4. 4.4. Vieses que inclinam a defender o modo como as coisas já são
    5. 4.5. Heurística de afeto e apelo a intuições
    6. 4.6. Vieses que influenciam por conta da repetição e pressão social
    7. 4.7. Vieses que inclinam a uma resistência à mudança de estratégia
    8. 4.8. Vieses que nos inclinam a pensarmos que sabemos mais do que sabemos
    9. 4.9. A relação entre saber menos, ter mais convicção e ter mais influência
    10. 4.10. Vieses que inclinam a um julgamento tendencioso
    11. 4.11. Vieses que conduzem à aceitação de argumentos ruins
    12. 4.12. Efeito de influência contínua
    13. 4.13. Vieses que induzem a uma resistência à argumentação séria
    14. 4.14. Conclusões
  5. 5. Raciocínio motivado e sua influência na avaliação dos argumentos
    1. 5.1. Introdução
    2. 5.2. Por que as pessoas têm níveis de rigor diferentes ao avaliarem argumentos?
    3. 5.3. As pessoas sempre acreditam nas objeções que levantam?
  6. 6. Alguns vieses que podem influenciar a escolha de estratégias e a recepção do público
    1. 6.1. Introdução
    2. 6.2. Vieses para observarmos em nós mesmos ao planejarmos estratégias de ativismo
    3. 6.3. Vieses que podem influenciar como o público recebe nossa mensagem
XI Como as diversas teorias da ética abordam a questão animal? 7 capítulos
  1. 1. Uma introdução às distinções centrais em teoria do valor
    1. 1.1. Teorias do valor e teorias da ação correta
    2. 1.2. Teorias do valor e nomenclaturas utilizadas
    3. 1.3. Valor em si e valor instrumental
    4. 1.4. Modos da avaliação melhor/pior: melhor/pior do que e melhor/pior de todas
    5. 1.5. Valor: em certo aspecto ou tudo considerado?
    6. 1.6. Como avaliar quão boa ou ruim é uma situação tudo considerado?
    7. 1.7. Conclusão
  2. 2. Uma introdução às teorias do bem-estar
    1. 2.1. O que as teorias do bem-estar visam investigar?
    2. 2.2. Aspectos na avaliação do bem-estar dos indivíduos
    3. 2.3. Teorias do bem-estar monistas e pluralistas
    4. 2.4. Exemplos para ilustrar as diferenças entre as abordagens
    5. 2.5. Em que medida essas abordagens divergem/convergem?
    6. 2.6. O grau mínimo de convergência e implicações para o bem-estar dos animais
  3. 3. Avaliando quão boa/ruim é uma situação que contém vários indivíduos
    1. 3.1. Introdução
    2. 3.2. Aspectos na avaliação de uma situação com vários indivíduos
    3. 3.3. Teorias monistas e pluralistas
    4. 3.4. Quando os aspectos conflitam
  4. 4. Julgamentos valorativos, descrições de fatos, objetividade e subjetividade
    1. 4.1. A ideia de que julgamentos valorativos são subjetivos
    2. 4.2. Dois sentidos do termo "subjetivo"
    3. 4.3. As atividades de descrever e valorar
    4. 4.4. Como confirmar um julgamento valorativo?
    5. 4.5. O exemplo dos alienígenas que tiveram até então apenas experiências neutras
    6. 4.6. Coisas impossíveis de se explicar a não ser a partir de seu valor/desvalor
    7. 4.7. A confusão entre os domínios do valor e da ética
    8. 4.8. Comparando o grau de certeza para julgamentos valorativos e descrições de fatos
    9. 4.9. A confusão entre todos e alguns
    10. 4.10. Conclusão
  5. 5. Categorias de teorias da ética normativa
    1. 5.1. Ética normativa e suas categorias
    2. 5.2. Consequencialismo
    3. 5.3. Deontologia
    4. 5.4. Éticas centradas no caráter
    5. 5.5. O ponto focal
    6. 5.6. Em que medida essas teorias convergem/divergem?
  6. 6. Em que medida as teorias da ética concordam sobre o que devemos aos animais?
    1. 6.1. Introdução
    2. 6.2. Argumentos que tentam justificar a desconsideração pelos animais
    3. 6.3. O argumento da relevância
    4. 6.4. Alguma consideração ou igual consideração?
    5. 6.5. A consideração moral dos seres sencientes a partir de várias teorias éticas
    6. 6.6. Utilitarismo
    7. 6.7. Quantidade de seres com bem-estar positivo e utilitarismo médio
    8. 6.8. Maximin
    9. 6.9. Prioritarismo
    10. 6.10. Igualitarismo
    11. 6.11. Suficientismo
    12. 6.12. Versões negativas do utilitarismo, prioritarismo e igualitarismo
    13. 6.13. Por que todas essas teorias implicam a igual consideração
    14. 6.14. O aspecto do merecimento
    15. 6.15. Possibilidades pluralistas
    16. 6.16. Abordagens que não se caracterizam por uma meta
    17. 6.17. Kantianismo
    18. 6.18. Ética do discurso
    19. 6.19. Contratualismo
    20. 6.20. Éticas centradas no caráter: ética das virtudes e ética do cuidado
    21. 6.21. Implicações em relação à exploração animal
    22. 6.22. Implicações em relação à situação dos animais selvagens
    23. 6.23. Conclusão
  7. 7. Pesando critérios
    1. 7.1. Introdução
    2. 7.2. Incomensurabilidade total
    3. 7.3. Monismo (geral)
    4. 7.4. Monismo agregativo (aplicação específica do monismo geral)
    5. 7.5. Pluralismo de pesos iguais
    6. 7.6. Pluralismo com trunfo absoluto
    7. 7.7. Pluralismo com trunfo até certo ponto
    8. 7.8. Pluralismo com aspectos de peso fixo (lineares)
    9. 7.9. Pluralismo com aspectos de peso variável (retornos decrescentes)
    10. 7.10. Maximin/leximin de prioridades
    11. 7.11. Suficiência
    12. 7.12. Abordagens híbridas
    13. 7.13. Indeterminação parcial
    14. 7.14. Agregação probabilística com base na incerteza
XII O essencial sobre ética animal 18 capítulos
  1. Introdução
  2. 1. Tentativas de justificar a desconsideração pelos animais
  3. 2. A defesa da consideração por todos os seres sencientes
  4. 3. O debate sobre o critério da senciência
  5. 4. O dano da morte e as razões contra matar
  6. 5. Diferenças entre ambientalismo e consideração pelos animais
  7. 6. A situação dos animais selvagens e a proposta de ajudá-los
  8. 7. O debate sobre a proposta de ajudar os animais selvagens (parte 1)
  9. 8. O debate sobre a proposta de ajudar os animais selvagens (parte 2)
  10. 9. Quais critérios utilizar para ajudar de modo eficiente?
  11. 10. Quais problemas afetam as maiores quantidades de animais?
    1. 10.1. Animais explorados
    2. 10.2. Animais na natureza
    3. 10.3. O futuro
  12. 11. Conceitos centrais no debate sobre a importância do futuro
    1. 11.1. O que são riscos-s?
    2. 11.2. Diferenças entre riscos-s e riscos-x
    3. 11.3. Como medir a seriedade de um risco-s?
    4. 11.4. Exemplos de riscos-s
    5. 11.5. Os conceitos de especismo e de substratismo
    6. 11.6. Classificação dos riscos-s
  13. 12. Identificando fatores de risco para os riscos-s
  14. 13. Estratégias longoprazistas: amplas e direcionadas
  15. 14. Mudando o debate público e as instituições políticas
  16. 15. Debates sobre estratégias de ativismo
  17. 16. Avaliando diferentes estratégias
  18. 17. Conclusão