A coleção
Sumário completo
Todos os 186 capítulos e as suas seções, como no sumário de cada volume.
I Discutindo o especismo 15 capítulos
- 1. Um panorama geral do debate sobre a consideração moral dos animais
- 2. O que importa é a espécie?
- 3. Características metafísicas poderiam justificar o especismo?
- 4. A posse de capacidades ou relações poderia justificar o especismo?
- 5. O suposto potencial que os humanos tem poderia justificar o especismo?
- 6. O que importa é pertencer à mesma espécie dos que têm certas capacidades?
- 7. Se espécies não forem uma construção social, então o especismo está justificado?
- 8. Se o especismo for natural, então o especismo está justificado?
- 9. As práticas especistas serem tradições mostra que devemos respeitá-las?
- 10. Se a ética é uma atividade humana, é justo desconsiderar os animais?
- 11. Se a ética for uma invenção, é justo desfavorecer os animais?
- 12. Se a ética foi inventada para autoproteção, é justo desfavorecer os animais?
- 13. Tentativas de justificar o especismo que apelam a autoridades
- 14. O apelo a graus diferenciados de status moral
- 15. Tentativas de justificar o especismo que apelam à metaética
II Considerando os seres sencientes 13 capítulos
- 1. O que é relevante para saber a quem devemos consideração?
- 2. O que é o argumento da sobreposição das espécies?
- 3. O que é senciência e por que ela é importante?
- 4. Quais seres são sencientes?
- 5. Por que igual consideração?
- 5.1. Visões hierárquicas
- 5.2. O princípio da igual consideração
- 5.3. Violações do princípio da igual consideração
- 5.4. O especismo não se limita à exploração
- 5.5. O especismo não se limita à desconsideração total
- 5.6. O especismo não se limita ao especismo antropocêntrico
- 5.7. Outras formas de discriminação pouco percebidas
- 6. Questões relativas a merecimento poderiam justificar o especismo?
- 7. A rejeição do especismo é compatível apenas com uma visão da ética?
- 8. Se rejeitarmos o especismo, como decidiremos questões de prioridade?
- 9. Mas, os humanos não são capazes de sofrer em maior grau?
- 10. O que decidiríamos sob condições de imparcialidade?
- 11. Testando se uma atitude é ou não especista
- 12. Que importância devemos dar à situação dos animais?
- 13. Incerteza sobre senciência e benefício da dúvida
III Os animais e o dano da morte 13 capítulos
- 1. De que consiste o dano da morte?
- 2. Discutindo a alegação de que os animais não são prejudicados com a morte
- 2.1. Visões que negam que os animais sejam prejudicados com a morte
- 2.2. Para ser prejudicado com a morte, é preciso entender o que é a morte?
- 2.3. Para a morte ser um dano, precisa frustrar um desejo orientado para o futuro?
- 2.4. Quando os seres sencientes são (e quando não são) prejudicados com a morte?
- 3. Objeções à explicação do dano da morte enquanto impedimento do que é positivo
- 4. Quem é incapaz de prazeres intelectuais é pouco prejudicado com a morte?
- 5. Como avaliar o quão prejudicado alguém é com a morte?
- 5.1. Magnitude do dano da morte: aspectos futuros e passados
- 5.2. Fatores na avaliação da magnitude do dano da morte: tempo e qualidade de vida
- 5.3. Por que também levar em conta os fatores passados
- 5.4. Estabelecendo a relação entre fatores futuros e passados
- 5.5. AVAQs e comparações entre o dano da morte para humanos e não humanos
- 5.6. O quão importante é a questão da magnitude do dano da morte?
- 6. Objeções à avaliação da magnitude do dano da morte com base em AVAQs
- 7. Os animais teriam uma conexão psicológica menor?
- 8. Discutindo a alegação de que os animais são substituíveis
- 9. Seriam os animais não humanos pouco prejudicados com a morte?
- 10. A alegação de que ter pouco tempo restante torna a morte um dano pequeno
- 10.1. A alegação de que não é errado matar animais que têm pouco tempo pela frente
- 10.2. Várias maneiras de calcular a magnitude do dano da morte
- 10.3. Avaliando a magnitude do dano da morte segundo quatro fórmulas
- 10.4. Conclusão quanto ao dano da morte e o momento em que ela ocorre
- 10.5. E, se a passagem do tempo for diferente para animais de diferentes espécies?
- 10.6. Se alguém tem pouco tempo de vida pela frente, isso justifica matá-lo?
- 11. E, se humanos fossem mais prejudicados com a morte?
- 11.1. Visões comuns sobre matar e sobre salvar vidas
- 11.2. Se um ser for mais prejudicado com a morte do que outro, quais as implicações?
- 11.3. Alguém ser mais prejudicado se morrer já justifica matar outros para salvá-lo?
- 11.4. Razões para salvar vidas, dano da morte e número de vítimas
- 11.5. Conclusões
- 12. Status moral diferenciado, dano da morte e erro em matar
- 12.1. Dano da morte e erro em matar
- 12.2. Razões contra matar e para salvar vidas: diretas e indiretas
- 12.3. O debate sobre as razões diretas: tese da magnitude versus tese do status
- 12.4. Razões diretas contra matar como dependentes do dano da morte
- 12.5. Um exemplo de abordagem centrada em status moral privilegiado
- 12.6. A abordagem de duas camadas justificaria a visão comum sobre os animais?
- 12.7. O quanto devemos confiar em intuições?
- 12.8. Como testar intuições?
- 12.9. A abordagem de duas camadas passa no teste da imparcialidade?
- 12.10. Conclusões
- 13. Reflexões adicionais: morte, aniquilação, decisão racional e probabilidades
IV O debate sobre a exploração animal 20 capítulos
- 1. Como vivem e morrem os animais explorados pelos humanos?
- 1.1. A exploração animal
- 1.2. A situação geral dos animais criados para consumo
- 1.3. A situação das galinhas. frangos e pintinhos
- 1.4. Doenças que afetam os animais explorados para consumo
- 1.5. A situação das porcas
- 1.6. A situação das vacas e bezerros
- 1.7. Procedimentos que envolvem mutilação
- 1.8. Vulnerabilidade às decisões dos funcionários
- 1.9. O transporte até o abatedouro
- 1.10. Como os animais são mortos nos abatedouros
- 1.11. Como os animais são mortos na pesca
- 1.12. Exploração sobre insetos
- 1.13. Exploração sobre crustáceos decápodes
- 1.14. Atitudes opostas, dependendo da espécie das vítimas
- 1.15. É possível justificar esse padrão duplo?
- 2. Por que a exploração animal é injusta?
- 3. O que é veganismo?
- 4. E as plantas?
- 5. A objeção de que o consumo de animais é natural
- 6. A alegação de que consumir os animais acaba com o sofrimento deles
- 7. Criar animais para consumo está justificado, uma vez que os faz existir?
- 7.1. Consumir os animais causa-lhes um benefício por trazê-los à existência?
- 7.2. O argumento não se aplica à vasta maioria dos casos
- 7.3. Causar um benefício dá direito à causar um malefício?
- 7.4. A objeção de que alguns animais quase não são prejudicados com a morte
- 7.5. A objeção de que o consumo de animais poderia aumentar o saldo total positivo
- 7.6. Conclusão
- 8. Importa o que faríamos em uma ilha deserta ou em uma casa em chamas?
- 9. É necessário consumir produtos de origem animal?
- 10. O veganismo é coisa para ricos?
- 11. Se o mundo se tornasse vegano, haveria um excesso de animais domésticos?
- 12. O veganismo causaria uma ruína à economia e perda de empregos?
- 13. Mas, o veganismo tem mesmo um impacto prático?
- 14. Mas, o veganismo não causa ainda mais mortes do que consumir animais?
- 15. A preocupação com espécies justifica o consumo de animais?
- 16. A alegação de que é melhor deixar para depois a luta pelos animais
- 17. Os animais já não são protegidos pela lei?
- 18. A alegação de que os defensores dos animais estão impondo o seu estilo de vida
- 19. A exploração sobre insetos e por que devemos nos opor a ela
- 20. O debate sobre a experimentação animal
- 20.1. Introdução
- 20.2. Os argumentos da necessidade e da eficácia
- 20.3. Dar maior peso a humanos justificaria a experimentação animal?
- 20.4. Kantianismo para humanos e utilitarismo para não humanos?
- 20.5. Questionando a atribuição de um peso maior aos interesses humanos
- 20.6. Qual é realmente o problema ético com a experimentação animal?
- 20.7. Conclusão
V Diferenças entre ambientalismo e consideração pelos animais 11 capítulos
- 1. Respeito pelos animais e ambientalismo: complementares ou opostos?
- 2. A divergência é quanto aos fins, não somente quanto aos meios
- 3. Apesar das diferenças, defesa animal e ambientalismo convergem na prática?
- 4. A divergência não está no foco no curto ou longo prazo
- 5. Equilíbrio ecológico e biodiversidade coincidem com o melhor para os animais?
- 6. Defesa dos animais e ambientalismo: a divergência é ética, e não, científica
- 7. Por que o respeito pelos animais é confundido com o ambientalismo?
- 8. O que é almejado com os programas ambientalistas de extermínio?
- 9. O ambientalismo é antropocêntrico?
- 10. Questionando os pressupostos ambientalistas
- 11. Por que defensores dos animais relutam em reconhecer a divergência?
VI A quem devemos consideração moral? 21 capítulos
- 1. O que é relevante para saber a quem devemos consideração?
- 2. Seria o critério da senciência, no fundo, antropocêntrico?
- 3. O critério da senciência discrimina contra quem não pertence ao reino animal?
- 4. Segundo o critério da senciência, o único problema é o sofrimento?
- 5. Se a senciência é o que importa, por que há males que não afetam as experiências?
- 6. O critério da senciência exclui os insetos?
- 7. Aceitar o critério da senciência implica assumir que valores são subjetivos?
- 8. Animais com cérebros mais simples são menos sencientes?
- 9. Se há necessidade da ética ambiental, então o critério da senciência está errado?
- 10. Não é absurdo um mundo com menos sofrimento, mas manejado pelos humanos?
- 11. Se os seres sencientes devem ser respeitados, então a natureza possui valor em si?
- 12. O critério da senciência implica em aceitar as metas ambientalistas?
- 13. Espécies possuem interesses?
- 14. Se alguma entidade não senciente tiver valor em si, quais as implicações?
- 15. O biocentrismo é melhor, já que inclui um número maior de seres?
- 16. Senciência e vida: o que tem valor enquanto fim e o que tem valor enquanto meio?
- 17. Seres vivos não sencientes são passíveis de ser prejudicados?
- 18. O comportamento de certas plantas e fungos mostra que valorizam certas coisas?
- 19. A vida sem senciência tem valor?
- 20. Todo ser vivo possui "interesses biológicos"?
- 21. Se plantas forem consideráveis, tanto faz comer animais ou plantas?
VII A ética e a situação dos animais selvagens 37 capítulos
- 1. O que fazer em relação aos animais que vivem na natureza?
- 2. Como não entender a questão
- 3. Como os processos naturais tipicamente afetam os animais selvagens?
- 4. A visão de que não é um problema porque as vítimas são animais não humanos
- 5. Fundamentos da proposta de ajudar vítimas de processos naturais
- 6. A proposta de ajudar os animais selvagens é arrogante?
- 7. A proposta de ajudar os animais selvagens é antropocêntrica?
- 8. Quanto menos influência humana no mundo, melhor?
- 9. Seria a proposta de ajudar os animais selvagens bem-estarista?
- 10. A proposta de ajudar os animais selvagens viola a liberdade deles?
- 11. A acusação de criar dependência
- 12. A acusação de paternalismo
- 13. A objeção de que o sofrimento tem valor instrumental
- 14. A proposta de ajudar os animais vê os humanos como separados da natureza?
- 15. Se a natureza não é má, o sofrimento natural é neutro?
- 16. Se a natureza é indiferente ao sofrimento dos animais, por que ajudá-los?
- 17. Respeitar a natureza dos animais selvagens requer largá-los à própria sorte?
- 18. Não é absurdo intervir em conflitos entre animais?
- 19. Quais áreas devem responder o que fazer em relação aos animais selvagens?
- 20. Ambientalistas devem se opor à ajuda aos animais selvagens?
- 21. Somos moralmente responsáveis apenas por práticas humanas?
- 21.1. Responsabilidade moral e origem do dano
- 21.2. "Mas, nós não causamos esses danos"
- 21.3. "Mas, esses danos existiriam mesmo que não existíssemos"
- 21.4. "Mas, não temos a intenção de produzir esses danos"
- 21.5. "Mas, não temos uma relação de proximidade com esses animais"
- 21.6. Não é opcional escolher a quem ajudar?
- 21.7. A proposta de ajudar os animais selvagens é exigente demais?
- 21.8. Se temos uma preocupação genuína com as vítimas, o que concluiremos?
- 22. Tentativas de defender que a prioridade é dos animais domesticados
- 23. Ajudar os animais impediria que os genes mais adaptados prevalecessem?
- 24. Ajudar os animais selvagens não poderia tornar as coisas ainda piores?
- 25. Objeções que questionam a praticidade da proposta de ajudar
- 26. O que já vem sendo feito para ajudar os animais selvagens?
- 27. O que mais poderia ser feito para ajudar: estabelecendo a biologia do bem-estar
- 27.1. O que é biologia do bem-estar?
- 27.2. A biologia do bem-estar é um campo crosdisciplinar
- 27.3. O que diferencia a biologia do bem-estar de outras áreas?
- 27.4. Quais animais seriam estudados pela biologia do bem-estar?
- 27.5. Criando as condições para o estabelecimento da biologia do bem-estar
- 27.6. Obstáculos ideológicos que impedem o desenvolvimento da biologia do bem-estar
- 28. Quais tecnologias poderiam ser usadas para ajudar os animais na natureza?
- 29. Os animais teriam o direito de não serem esterilizados?
- 29.1. A objeção da violação dos direitos
- 29.2. Três formas de responder à objeção da violação dos direitos
- 29.3. Discutindo a defesa do direito à reprodução
- 29.4. A esterilização violaria um direito à integridade física?
- 29.5. A objeção da esterilização humana
- 29.6. A objeção de que devemos buscar outros meios
- 29.7. A objeção da experimentação animal
- 29.8. Conclusão
- 30. A questão do parasitismo
- 31. A questão da predação
- 31.1. A visão predominante
- 31.2. A ideia de que a predação não é uma questão para a ética
- 31.3. A ideia de que é errado intervir porque os predadores não têm culpa
- 31.4. A defesa de que a predação é neutra por ser resultado de agentes amorais
- 31.5. Absurdo por ser impossível de cumprir
- 31.6. Acusação de fascismo
- 31.7. Acusação de sentimentalismo
- 31.8. Especismo e intervenções na predação
- 31.9. Intervir na predação é ser parcial?
- 31.10. O apelo à necessidade de predar
- 31.11. O apelo a danos menores sobre o predador
- 31.12. O apelo ao direito de garantir a sobrevivência
- 31.13. Intervenções na predação amplamente aceitas
- 31.14. O apelo ao comportamento dos animais
- 31.15. O argumento da capacidade de evitar a ameaça
- 31.16. A preocupação com as consequências
- 31.17. Casos já existentes e prevenção de novos casos
- 31.18. A meta de diminuir a produtividade primária
- 31.19. Conclusão
- 32. Discutindo nossa capacidade de avaliar quando viver vale ou não a pena
- 33. O argumento do prolongamento da agonia
- 34. A objeção de que o saldo da situação dos animais na natureza pode ser positivo
- 35. Qual o impacto do veganismo na situação dos animais selvagens?
- 36. O debate sobre a destruição da natureza
- 36.1. O contexto
- 36.2. Argumentos a favor da matança altruísta
- 36.3. Argumentos contra a matança altruísta
- 36.4. Réplicas de quem defende a matança altruísta
- 36.5. Tréplicas de quem condena a matança altruísta
- 36.6. Nova réplica dos defensores da matança altruísta
- 36.7. Mas, a humanidade já não vai fazer isso?
- 36.8. De quem é o ônus da prova?
- 37. O debate sobre a expansão e restauração da natureza
- 37.1. Uma forma de minimizar danos naturais que escapa das objeções frequentes
- 37.2. A preocupação com as gerações futuras
- 37.3. A preocupação com a geração atual
- 37.4. O apelo a valores ambientalistas
- 37.5. A preocupação da não aceitação
- 37.6. O risco de extinção humana
- 37.7. A preocupação com os próprios humanos
- 37.8. A ideia de que a presença humana tem saldo positivo
- 37.9. O risco de a humanidade vir a expandir o sofrimento
- 37.10. A expansão da natureza é mesmo necessária para salvar a humanidade?
- 37.11. Conclusão
VIII Um ativismo eficiente 12 capítulos
- 1. Como escolher quais causas e problemas priorizar e quais as melhores estratégias?
- 1.1. Introdução
- 1.2. O quão grave é a situação?
- 1.3. O quanto do problema é possível tentar resolver?
- 1.4. Escolhendo as melhores soluções
- 1.5. Para causar o maior bem possível, é necessário levar em conta o longo prazo
- 1.6. Tratando sintomas ou causas?
- 1.7. Quantas pessoas já se preocupam com o problema?
- 1.8. Conclusão
- 2. Como a causa animal se sai quanto aos critérios de prioridade?
- 3. Dentre os problemas que afetam os animais, quais são mais importantes?
- 4. O uso de argumentos antropocêntricos e ambientalistas na causa animal
- 4.1. A estratégia de usar argumentos antropocêntricos ou ambientalistas
- 4.2. Alguns problemas com o uso de argumentos antropocêntricos e ambientalistas
- 4.3. Por que motivações diferentes têm consequências diferentes
- 4.4. Argumentos indiretos facilitam aceitar considerar os seres sencientes?
- 4.5. Riscos do uso de argumentos não centrados na consideração por seres sencientes
- 4.6. Conclusão
- 5. A abordagem total e a abordagem suficiente
- 6. O desvio de foco em debates: por que o especismo é raramente discutido?
- 7. Crenças morais, motivação para agir e o papel da reflexão sobre ética
- 7.1. O caso dos especialistas em ética animal que consomem animais
- 7.2. Talvez não considerem errado consumir animais
- 7.3. Talvez considerem pouco errado consumir animais
- 7.4. Talvez não estejam sendo sinceros quanto ao que reportam
- 7.5. Talvez tenham vontade fraca
- 7.6. Talvez decidam não fazer o que se sentem motivados a fazer
- 7.7. Conclusão
- 8. Objeções normativas disfarçadas de objeções estratégicas
- 8.1. Objeções normativas e objeções estratégicas
- 8.2. A alegação de que "isso seria ótimo, mas não vai dar certo"
- 8.3. Exemplos em questões de ética animal
- 8.4. Uma possibilidade: a motivação real não ser aquela que é declarada
- 8.5. É possível detectar uma objeção normativa disfarçada?
- 8.6. Por que isso ocorre?
- 8.7. Um padrão comum em objeções desse tipo
- 8.8. De quem é o ônus da prova?
- 8.9. Razões para se rejeitar as alegações
- 9. Foco no veganismo versus foco na redução do consumo
- 9.1. Evitando vieses na hora de avaliar estratégias
- 9.2. Entendendo quando a divergência é sobre estratégias e quando é sobre metas
- 9.3. O raciocínio por trás do foco na redução
- 9.4. Argumentos a favor do foco na redução
- 9.5. Argumentos a favor do foco no veganismo
- 9.6. Conclusão e algumas questões adicionais
- 10. Por que o termo bem-estarismo é altamente ambíguo
- 11. O debate sobre regulamentar a exploração animal
- 12. O debate sobre a carne cultivada
- 12.1. Introdução
- 12.2. O que é carne cultivada
- 12.3. Potencial de aceitação/rejeição da carne cultivada
- 12.4. Discutindo as principais objeções à carne cultivada
- 12.5. A objeção de que não é natural
- 12.6. A objeção de que envolveria riscos para os consumidores
- 12.7. A objeção de que ela ainda não é sustentável
- 12.8. A objeção de que prejudica os humanos mais vulneráveis
- 12.9. A objeção de que os produtores não se importam com os animais
- 12.10. A objeção de que a carne cultivada não resolve todos os problemas
- 12.11. A objeção de que o impacto poderá ser menor do que o esperado
- 12.12. A objeção de que carne cultivada ainda é de origem animal
- 12.13. A objeção de que a carne cultivada ainda prejudica os animais
- 12.14. A objeção de que a carne cultivada reforça o especismo
- 12.15. Vantagens e desvantagens do foco em mudanças na tecnologia alimentar
- 12.16. Conclusão
IX A ética e o futuro 13 capítulos
- 1. Riscos futuros para os seres sencientes: uma introdução
- 1.1. O passado, o presente e o futuro
- 1.2. O que são riscos-s?
- 1.3. Diferenças entre riscos-s e riscos-x
- 1.4. Medindo a seriedade de um risco-s
- 1.5. Riscos-s e novas tecnologias
- 1.6. Classificação dos riscos-s de acordo com a maneira como surgem
- 1.7. Outras classificações
- 1.8. Alguns exemplos de riscos-s
- 1.9. Conclusão
- 2. Imparcialidade temporal: o que é, e por que é importante
- 3. A objeção de que seres futuros são apenas seres em potencial
- 4. Que razões existem para focarmos no longo prazo?
- 5. Devemos focar em prevenir riscos-s ou riscos-x?
- 6. Quais metas priorizar em longo prazo?
- 6.1. Diferentes metas que alguém poderia querer alcançar em longo prazo
- 6.2. Do que depende o foco em evitar sofrimento?
- 6.3. Quem poderia aceitar o foco em prevenir sofrimento?
- 6.4. Alguns argumentos para dar um peso maior à meta de evitar sofrimento
- 6.5. O quão pessimistas precisamos ser sobre o futuro para focarmos no sofrimento?
- 6.6. A meta de evitar mortes prematuras
- 6.7. Conclusão
- 7. De que consiste o foco nos riscos-s?
- 8. Identificando fatores de risco para os riscos-s
- 8.1. O que são fatores de risco e qual a importância de identificá-los
- 8.2. Tecnologia avançada
- 8.3. Aversão à tecnologia
- 8.4. Falta de consideração por seres sencientes não humanos
- 8.5. Falta de esforços para reduzir riscos-s.
- 8.6. Esforços equivocados ou ineficazes para reduzir riscos-s
- 8.7. Polarização, conflito e hostilidade
- 8.8. Falta de segurança contra agentes que almejam causar sofrimento
- 8.9. Interação entre vários fatores de risco e entre várias formas de prevení-los
- 8.10. Conclusão
- 9. Estratégias longoprazistas: amplas e direcionadas
- 10. Por que focar na consideração pelos seres sencientes e no futuro?
- 11. Mudando o debate público, as formas de ativismo e as instituições políticas
- 12. Moldando as tecnologias emergentes para prevenir sofrimento futuro
- 13. A tríade de influência e o sofrimento futuro
- 13.1. Introdução
- 13.2. A tríade de influência
- 13.3. Relacionando os fatores da tríade de influência
- 13.4. Quando a intenção é prejudicar
- 13.5. O agente indiferente
- 13.6. Quando o objetivo é beneficiar
- 13.7. Comparando com situações onde não há um agente decisor
- 13.8. O que podemos tentar fazer?
- 13.9. Limites da análise feita aqui e como corrigi-los em análises posteriores
- 13.10. Conclusões
X Vieses e sua influência 6 capítulos
- 1. Vieses que nos induzem a negligenciar os problemas que possuem mais vítimas
- 2. Vieses que inclinam a uma negligência da situação dos animais selvagens
- 2.1. Introdução
- 2.2. Vieses relacionados ao status quo
- 2.3. Vieses relacionados ao tipo de animal mais afetado
- 2.4. Vieses relacionados à quantidade de vítimas
- 2.5. Vieses que induzem à crença de que a situação dos animais selvagens é boa
- 2.6. Vieses que influenciam a tentar justificar o sofrimento dos animais selvagens
- 2.7. Vieses que inclinam a se duvidar da viabilidade de se ajudar os animais selvagens
- 2.8. Vieses que inclinam a subestimar a receptividade do público
- 2.9. Conclusão
- 3. Vieses que contribuem para a negligência do longo prazo e dos riscos-s
- 4. Vieses cognitivos e sua influência em nossas decisões que afetam os animais
- 4.1. Vieses que contribuem para resistência a revisar crenças e estratégias
- 4.2. Efeito de credencial moral
- 4.3. Vieses que inclinam a rejeitar ouvir os interlocutores
- 4.4. Vieses que inclinam a defender o modo como as coisas já são
- 4.5. Heurística de afeto e apelo a intuições
- 4.6. Vieses que influenciam por conta da repetição e pressão social
- 4.7. Vieses que inclinam a uma resistência à mudança de estratégia
- 4.8. Vieses que nos inclinam a pensarmos que sabemos mais do que sabemos
- 4.9. A relação entre saber menos, ter mais convicção e ter mais influência
- 4.10. Vieses que inclinam a um julgamento tendencioso
- 4.11. Vieses que conduzem à aceitação de argumentos ruins
- 4.12. Efeito de influência contínua
- 4.13. Vieses que induzem a uma resistência à argumentação séria
- 4.14. Conclusões
- 5. Raciocínio motivado e sua influência na avaliação dos argumentos
- 6. Alguns vieses que podem influenciar a escolha de estratégias e a recepção do público
XI Como as diversas teorias da ética abordam a questão animal? 7 capítulos
- 1. Uma introdução às distinções centrais em teoria do valor
- 1.1. Teorias do valor e teorias da ação correta
- 1.2. Teorias do valor e nomenclaturas utilizadas
- 1.3. Valor em si e valor instrumental
- 1.4. Modos da avaliação melhor/pior: melhor/pior do que e melhor/pior de todas
- 1.5. Valor: em certo aspecto ou tudo considerado?
- 1.6. Como avaliar quão boa ou ruim é uma situação tudo considerado?
- 1.7. Conclusão
- 2. Uma introdução às teorias do bem-estar
- 2.1. O que as teorias do bem-estar visam investigar?
- 2.2. Aspectos na avaliação do bem-estar dos indivíduos
- 2.3. Teorias do bem-estar monistas e pluralistas
- 2.4. Exemplos para ilustrar as diferenças entre as abordagens
- 2.5. Em que medida essas abordagens divergem/convergem?
- 2.6. O grau mínimo de convergência e implicações para o bem-estar dos animais
- 3. Avaliando quão boa/ruim é uma situação que contém vários indivíduos
- 4. Julgamentos valorativos, descrições de fatos, objetividade e subjetividade
- 4.1. A ideia de que julgamentos valorativos são subjetivos
- 4.2. Dois sentidos do termo "subjetivo"
- 4.3. As atividades de descrever e valorar
- 4.4. Como confirmar um julgamento valorativo?
- 4.5. O exemplo dos alienígenas que tiveram até então apenas experiências neutras
- 4.6. Coisas impossíveis de se explicar a não ser a partir de seu valor/desvalor
- 4.7. A confusão entre os domínios do valor e da ética
- 4.8. Comparando o grau de certeza para julgamentos valorativos e descrições de fatos
- 4.9. A confusão entre todos e alguns
- 4.10. Conclusão
- 5. Categorias de teorias da ética normativa
- 6. Em que medida as teorias da ética concordam sobre o que devemos aos animais?
- 6.1. Introdução
- 6.2. Argumentos que tentam justificar a desconsideração pelos animais
- 6.3. O argumento da relevância
- 6.4. Alguma consideração ou igual consideração?
- 6.5. A consideração moral dos seres sencientes a partir de várias teorias éticas
- 6.6. Utilitarismo
- 6.7. Quantidade de seres com bem-estar positivo e utilitarismo médio
- 6.8. Maximin
- 6.9. Prioritarismo
- 6.10. Igualitarismo
- 6.11. Suficientismo
- 6.12. Versões negativas do utilitarismo, prioritarismo e igualitarismo
- 6.13. Por que todas essas teorias implicam a igual consideração
- 6.14. O aspecto do merecimento
- 6.15. Possibilidades pluralistas
- 6.16. Abordagens que não se caracterizam por uma meta
- 6.17. Kantianismo
- 6.18. Ética do discurso
- 6.19. Contratualismo
- 6.20. Éticas centradas no caráter: ética das virtudes e ética do cuidado
- 6.21. Implicações em relação à exploração animal
- 6.22. Implicações em relação à situação dos animais selvagens
- 6.23. Conclusão
- 7. Pesando critérios
- 7.1. Introdução
- 7.2. Incomensurabilidade total
- 7.3. Monismo (geral)
- 7.4. Monismo agregativo (aplicação específica do monismo geral)
- 7.5. Pluralismo de pesos iguais
- 7.6. Pluralismo com trunfo absoluto
- 7.7. Pluralismo com trunfo até certo ponto
- 7.8. Pluralismo com aspectos de peso fixo (lineares)
- 7.9. Pluralismo com aspectos de peso variável (retornos decrescentes)
- 7.10. Maximin/leximin de prioridades
- 7.11. Suficiência
- 7.12. Abordagens híbridas
- 7.13. Indeterminação parcial
- 7.14. Agregação probabilística com base na incerteza
XII O essencial sobre ética animal 18 capítulos
- Introdução
- 1. Tentativas de justificar a desconsideração pelos animais
- 2. A defesa da consideração por todos os seres sencientes
- 3. O debate sobre o critério da senciência
- 4. O dano da morte e as razões contra matar
- 5. Diferenças entre ambientalismo e consideração pelos animais
- 6. A situação dos animais selvagens e a proposta de ajudá-los
- 7. O debate sobre a proposta de ajudar os animais selvagens (parte 1)
- 8. O debate sobre a proposta de ajudar os animais selvagens (parte 2)
- 9. Quais critérios utilizar para ajudar de modo eficiente?
- 10. Quais problemas afetam as maiores quantidades de animais?
- 11. Conceitos centrais no debate sobre a importância do futuro
- 12. Identificando fatores de risco para os riscos-s
- 13. Estratégias longoprazistas: amplas e direcionadas
- 14. Mudando o debate público e as instituições políticas
- 15. Debates sobre estratégias de ativismo
- 16. Avaliando diferentes estratégias
- 17. Conclusão