"Tudo bem matar, se for sem dor"
Uma ideia comum é que não há nada de errado em matar certos animais, desde que a morte seja indolor. Este capítulo resume por que essa ideia não se sustenta.
Por que a morte é um mal
A morte prejudica porque tira de alguém tudo de bom que ele ainda viveria. Não é preciso sentir dor para ser prejudicado: basta perder coisas boas.
Respostas a objeções comuns
- "Os animais não entendem a morte." Não é preciso entender a morte para perder algo com ela, como um bebê.
- "Não fazem planos para o futuro." Também não é preciso ter planos para perder experiências boas.
- "Prazeres simples valem pouco." Comer, brincar e descansar são coisas muito boas para quem as vive.
- "Têm pouca ligação com o próprio futuro." Mentes simples podem ter uma ligação forte, e o que importa é o bem que se perde.
- "Podem ser substituídos por outros." Cada animal é um indivíduo único; fazer nascer outro não devolve a vida ao que morreu.
- "Os humanos perdem mais com a morte." Mesmo que fosse verdade, isso não justificaria matar animais, muito menos por prazer.
Medindo o dano
O tamanho do mal da morte depende de quanto tempo de vida se perde e de como seria essa vida. Um frango morto com algumas semanas perde quase toda a vida que teria.
Resumindo
- A morte é um mal porque tira as coisas boas que viriam.
- As objeções comuns não mostram que os animais perdem pouco.
- Matar sem dor continua sendo prejudicar.