Questão
de Ética
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Versão simplificada · Volume XII · capítulo 3

O debate sobre o critério da senciência

Em linguagem simples, para quem está chegando agora no assunto. Cerca de 2 min de leitura.

O que é esta página? Uma explicação simplificada, escrita para este site a partir do texto de Luciano Carlos Cunha. Ela deixa de fora detalhes, exemplos e fontes. Para o argumento completo, leia o texto original do autor.

As críticas ao critério da senciência

Depois de ver os argumentos a favor de considerar todos os seres que sentem, este capítulo resume as críticas mais comuns a esse critério e as respostas.

Algumas críticas e respostas

  • "É antropocêntrico disfarçado." Não: a senciência foi escolhida porque é o que permite ser prejudicado, e não por ser humana.
  • "Discrimina quem não é animal." Não: se uma planta ou fungo sentisse, também seria incluído. Animais que não sentem não são.
  • "Só se preocupa com a dor." Não: também se preocupa com tudo de bom que alguém pode perder, como na morte sem dor.
  • "Deixa os insetos de fora." Não: na dúvida razoável, dá o benefício da dúvida, e há boas evidências de que muitos insetos sentem.
  • "Cérebros simples sentem menos." Não há base para isso; às vezes podem até sentir com mais intensidade.
  • "A natureza toda merece respeito, porque os animais fazem parte dela." Uma parte merecer respeito não quer dizer que o todo também mereça.
  • "Tudo o que é vivo merece consideração." Ser vivo não é o mesmo que poder ser prejudicado; plantas não sentem.

Resumindo

  • O critério da senciência recebe muitas críticas.
  • Cada uma tem resposta.
  • Ele continua sendo o critério mais coerente: considerar quem pode ser prejudicado.

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O texto do autor traz os argumentos em detalhe, os exemplos, as objeções e as fontes de cada afirmação.

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