Questão
de Ética
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Versão simplificada · Volume XII · capítulo 2

A defesa da consideração por todos os seres sencientes

Em linguagem simples, para quem está chegando agora no assunto. Cerca de 2 min de leitura.

O que é esta página? Uma explicação simplificada, escrita para este site a partir do texto de Luciano Carlos Cunha. Ela deixa de fora detalhes, exemplos e fontes. Para o argumento completo, leia o texto original do autor.

Por que considerar os animais

Este capítulo resume os principais argumentos a favor de dar consideração moral aos animais.

O argumento da relevância

O que importa para saber se devemos levar alguém em conta é se ele pode ser prejudicado ou beneficiado. Quem pode são os seres sencientes, que sentem coisas boas e ruins. Muitos animais são sencientes. Então devemos considerá-los.

O argumento da sobreposição das espécies

Seja qual for a capacidade usada para excluir os animais (razão, linguagem, senso de justiça), sempre há humanos que não a têm, como bebês. Se isso não justifica maltratar esses humanos, também não justifica maltratar os animais.

A igual consideração

A dor de um porco e a dor de uma pessoa, se forem do mesmo tamanho, pesam igual.

O teste da imparcialidade

Se não soubéssemos se nasceríamos humanos ou animais, aceitaríamos a exploração animal? Provavelmente não. Isso mostra que ela só parece aceitável porque quem a defende sabe que não será a vítima.

O benefício da dúvida

Na dúvida sobre se um ser sente, devemos tratá-lo como alguém que sente, porque o erro de não fazer isso é muito pior.

Resumindo

  • O que importa é poder ser prejudicado ou beneficiado.
  • A falta de certas capacidades não justifica desconsiderar ninguém.
  • Igual consideração, imparcialidade e benefício da dúvida apontam na mesma direção.

Próximo passo

Agora você está pronto para o texto completo

O texto do autor traz os argumentos em detalhe, os exemplos, as objeções e as fontes de cada afirmação.

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