Questão
de Ética
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Versão simplificada · Volume VI · capítulo 2

Seria o critério da senciência, no fundo, antropocêntrico?

Em linguagem simples, para quem está chegando agora no assunto. Cerca de 2 min de leitura.

O que é esta página? Uma explicação simplificada, escrita para este site a partir do texto de Luciano Carlos Cunha. Ela deixa de fora detalhes, exemplos e fontes. Para o argumento completo, leia o texto original do autor.

A crítica

Alguns dizem: "o critério da senciência é antropocêntrico disfarçado. Vocês só valorizam a senciência porque os humanos a têm. É como dar valor aos animais pelo quanto se parecem conosco."

Como funciona o antropocentrismo

O antropocentrismo pega uma característica típica dos humanos, como o jeito de raciocinar, e dá mais importância aos animais quanto mais eles se parecem conosco nisso.

Resposta 1: a senciência tem a ver com o que está em jogo

Há uma diferença enorme entre usar o raciocínio e usar a senciência como critério. O jeito de raciocinar não decide se alguém pode ser prejudicado. A senciência decide. Ela não foi escolhida por ser humana, mas porque é o que torna alguém capaz de ser machucado ou ajudado.

Resposta 2: o raciocínio não parte dos humanos

Quem defende a senciência não começa dizendo "os humanos importam" e depois procura animais parecidos com humanos. Começa perguntando "o que torna alguém capaz de ser prejudicado?". A resposta vale igualmente para humanos e para qualquer outro ser.

Resumindo

  • O antropocentrismo valoriza o que é parecido com os humanos.
  • A senciência é escolhida por ser relevante para ser prejudicado.
  • O raciocínio parte do que importa, e não dos humanos.

Próximo passo

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O texto do autor traz os argumentos em detalhe, os exemplos, as objeções e as fontes de cada afirmação.

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